quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Trailer de "Lego Movie"



- Bilbo

Crítica de "Uma Noite de Crime"

Dos produtores da série "Atividade Paranormal", "Uma Noite de Crime" estréia nos cinemas brasileiros no dia 1 de Novembro. No filme, as prisões americanas estão superlotadas. Para tentar aliviar isso, o governo libera uma noite por ano para que qualquer crime acontecido nessa noite não seja passível de punição. Nesse ambiente, entra a família de James Sandin (Ethan Hawke) que se vê ameaçada durante essa noite e precisam proteger um ao outro. 
O roteiro cria um ambiente criativo. Não me recordo de ter visto nada parecido, e a ideia dessa noite em que todos os crimes são permitidos, foi sensacional. A construção da família deixou a desejar. De uma hora para a outra as relações mudam e tornam a história um pouco confusa. A partir do momento em que o expurgo (a noite de crime) começou, o roteiro foi decaindo. Antes ele estava correto, porém ele foi saindo do gênero suspense e entrando no gênero ação e querendo surpreender o espectador a cada cena. Eles tentaram, mas as surpresas eram tão previsíveis que deixaram de ser surpresas.
No elenco quem se destaca é Lena Headey (Cersei Lannister em "Game of Thrones"). Como de praxe, ela possui uma atuação natural e demonstra emoção nas horas necessárias. Ela consegue dar força à sua personagem e apresenta com a sua atuação o modo de como uma mãe faria de tudo para proteger seus filhos. Ethan Hawke (o protagonista) possui uma atuação irregular. Em alguns momentos ele passa as emoções e características de seu personagem, mas chega a um ponto em que fica forçado. As crianças estão muito bem em seus papéis e demonstram que não estão lá por um acaso.
Como é uma produção de custo baixo, ele não investiu em efeitos visuais. Não existem efeitos especias, mas a maquiagem do longa foi bem feita. A fotografia não contribui ao filme e alguns planos foram escolhidos errôneamente. O figurino é feito com roupas do dia-a-dia e combina com os personagens.
A direção é de James DeMonaco (que também é responasável pelo roteiro). As suas escolhas foram, na maior parte das vezes, acertadas. Ele focou bastante nas reações dos personagens e quando o robô do filho de James entrava em cena a câmera acompanhava sua visão. Desse modo, o público enxerga exatamente o que o menino está enxergando pela sua câmera. Além disso, o sistema de câmeras montado ficou bem legal. A sensação era de que a família possuía realmente um sistema de segurança e toda hora dava vontade de monitorar a rua pelas câmeras.
O filme mesmo tratando-se de um thriller não dá sustos. O longa apresenta uma tensão e apreensão, porém nada que dê medo. Então você que acha que o filme é um terror sinistro pode tirar o seu cavalinho da chuva. O que prejudica o entreterimento é o desenrolar da história que ficou um pouco forçado e que desviou-se um pouco do foco do filme. Um ambiente propício a um grande filme de suspense que no final tornou-se mais um filme de ação mentiroso.
Nota:



- Demolidor

SB-TV #14 - Trailers da Marvel e Livros



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- Bilbo

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Tributo a Douglas Adams


Escritor da série "O Guia do Mochileiro das Galáxias", Douglas Adams nasceu na Inglaterra no ano de 1952. Dentre seus livros estão: "O Guia do Mochileiro das Galáxias", "O Restaurante no Fim do Universo", "A Vida, o Universo e Tudo Mais", "Até Mais, E Obrigado Pelos Peixes!" e "Praticamente Inofensiva". Esses 5 livros fazem parte da "trilogia de cinco" que revolucionou a literatura de ficção científica. No primeiro livro, a Terra é destruída e o único humano que cosegue escapar é Arthur Dent, um simples inglês com muitas manias esquisitas. Ele é amigo de Ford Prefect, porém Arthur não sabe que Ford é um alienígena que foi à Terra para conseguir informações a fim de colocá-las no Guia do Mochileiro das Galáxias. Prestes a destruição da Terra, os dois conseguem uma carona e assistem a destruição na nava Coração de Ouro, comandada por Zaphod Beeblebrox (um presidente da galáxia que está fugindo por roubar a nave) e Tricia McMillan (uma terráque que foi levada ao espaço por Zaphod e que acidentalmente já conhecia Arthur por uma festa). A partir daí o grupo sai em uma louca jornada pelos confins do universo, explorado tudo que é possível.Os outros livros dão o desenrolar da história, a separação do grupo, as novas aventuras de Arthur como por exemplo uma visita a Terra pré-histórica ou a participação duma guerra no planeta Krikkit. No desenrolar de sua história, Douglas Adams possui uma construção de personagem perfeita. O leitor se identifica com Arthur, afinal ele é um dos últimos de nossa espécie e um dos primeiros a ir para uma galáxia desconhecida e conhecer seres de outros planetas. O escritor desenvolve bem a loucura que essa situação pode causar. Além de ser um livro de ficção científica, a série "O Guia do Mochileiro das Galáxias" também pode ser considerada comédia. O autor cria muitas situações inusitadas que vão se conectando no decorrer dos livros e deixam a leitura prazerosa e leve. Com a média de aproximadamente 200 páginas, a leitura é tranquila e marcante. Um ótimo livro para desenvolver a imaginação e também é excelente para as crianças que querem começar a ler. Existem muitos personagens marcantes com personalidades diferentes. Em seu trabalho, Douglas Adams cria civilizações, viagens no espaço-tempo, multidimensões. O final da saga é incrível e possui vários pontos de vista possíveis para sua interpretação. Porém não falarei nessa postagem para não conter spoilers. Enfim, a narrativa de Adams é cativante, seus personagens bem desenvolvidos e sua imaginação é considerada uma das mais férteis no ramo da literatura. Em sua homenagem foi criado o Dia da Toalha, onde os fãs fazem suas atividades habituais, porém com uma toalha pendurada nas costas (a data é 25 de Maio). As questões sociais presentes nos livros são atuais até hoje como a omissão dos governos e a ignorância humana perante ao Universo. Bem, todos sabemos que os livros são bons, possuem boas histórias, questões sociais e blá-blá-blá. Mas além de Douglas Adams nos dar tudo isso, ele também nos dá a resposta da questão da Vida, do Universo e Tudo Mais. A resposta é 42. Agora só nos resta descobrir a pergunta.


- Demolidor

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

SB-News - Homem-Formiga, Beetlejuice e Estreias

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Trailer final de "Jogos Vorazes - Em Chamas"

Foi anunciado o trailer final do filme "Jogos Vorazes - Em Chamas". O trailer possui cenas inéditas da arena e demonstra que a vida dos tributos não será nada fácil. O longa estreará dia 15 de Novembro aqui no Brasil e a crítica estará no Skybaggins.


                                                                                                                              - Demolidor

"Psicose"

"Psicose" é um filme de suspense americano de 1960. Dirigido pelo mestre Alfred Hitchcock, o filme acompanha uma mulher chamada Janet Leigh (Marion Crane) que rouba dinheiro de seu patrão e foge. Ela chega ao hotel de Norman Bates (Anthony Perkins) no meio da estrada e lá coisas estranhas começam a acontecer.
O roteiro (supervisionado pelo diretor) possui bons encaixes. Ele consegue mudar de protagonista de uma hora para a outra, o filme começa concentrado em Janet e do meio pra frente o personagem principal é o Norman. A construção de ambos os personagens foi criativa e o ambiente em que o longa se passa é propício a alguns sustos. O filme não dá medo, mas ele provoca uma tensão que acompanha o espectador durante toda a história.
A direção de Alfred Hitchcock é impecável. Para ilustrar sua direção, vamos tomar o exemplo da cena famosa da Janet no banho e alguém subitamente aparece e a esfaqueia. Para filmar somente essa cena, Hitchcock precisou de uma semana e ela foi gravada em mais de 70 ângulos. Além dessa cena, Hitchcock inova em posições de câmera e foco da imagem. É esse trabalho paciente e a prova de erros que tornam o diretor um dos maiores da história, com filmes considerados os melhores do gênero ("Um Corpo que Cai", "Os Pássaros", "Psicose"...).
O elenco (mesmo não sendo famoso até então) possui boas atuações. Anthony Perkins interpreta bem verdadeiramente os problemas psicológicos de seu personagem e ainda passa uma imagem de galã. Janet também atua bem, mas sua atuação não vai muito além do esperado. Ela não foi nada de mais, porém isso de forma alguma prejudica o longa. Os outros atores coadjuvantes foram razoáveis. Não tem como avaliar muito, pois eles aparecem em poucas cenas.
O filme é rodado em preto e branco, mas o cenário acrescenta ao desenrolar da história. No hotel (onde grande parte do roteiro se desenvolve) a fotografia capta bem a composição dos quartos e a casa "sinistra" onde Norman Bates mora. Tudo isso deve-se ao diretor que trabalhou duro para dar um belo trabalho.
O filme é tenso. Não chega a dar medo, mas alguns sustos acontecem. Para esses sustos acontecerem, a trilha sonora foi muito bem usada. Como não esquecer da famosa musiquinha aterrorizante? Mesmo tratando-se de um thriller, o longa foca na construção da história. Um bom enredo e uma direção exemplar de Hitchcock tornam "Psicose" um excelente filme, considerado um dos melhores da história.
                                                                                                                             - Demolidor

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

SB-TV #13 - Gravidade e Senhor dos Anéis



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- Bilbo

Crítica de "Rota de Fuga"

Schwarzenegger e Stallone novamente juntos num longa! Dirigido por Mikael Hafström, "Rota de Fuga" é um misto de suspense e ação. Na história, Ryan Breslin (Sylvester Stallone) possui o trabalho de entrar em prisões de segurança máxima e detectar as possíveis brechas para uma fuga. Porém num desses trabalhos ele entra numa armação e acaba sendo preso de verdade numa prisão projetada sem as falhas que ele já identificou. Dentro desse presídio, ele encontra um detento interpretado por Arnold Schwarzenegger, e ambos precisam se unir para bolar um plano e conseguir fugir da prisão.
O roteiro é bastante detalhista, todos os planos de fuga são incrivelmente arquitetados e possuem uma coerência com a ciência que torna esses planos bastante realistas. Mesmo sendo um filme com dois astros de filmes de ação acostumados com muitos tiros (como em "Os Mercenários", onde eles trabalharam juntos), o longa desenvolve mais as estratégias do que a ação propriamente dita. Logicamente que existem cenas de tiros (que na minha opinião não acrescentaram em nada, só pioraram) para os dois não passarem despercebidos. Mas, felizmente o filme todo não foi assim. Mesmo que essa história de fuga de prisão seja muito comum, as circunstâncias em que essa foi apresentada, não me lembram nenhuma obra já feita. Isso significa originalidade num gênero comum.
A direção foca mais nas expressões dos protagonistas, mas eu percebi duas cenas em que a câmera de distancia do foco nos personagens e abrange, por exemplo, toda a prisão. Isso dá uma ideia de grandiosidade e ressalta a genialidade do personagem que precisa fugir dum lugar tão complexo como aquele.
O elenco dispensa comentários. Os dois "coroas" estão excelentes em seus papéis, como sempre. O elenco coadjuvante também é bom. O vilão é bem paranoico e o ator consegue expressar isso por meio de olhares e de tiques nervosos. O elenco também possui o rapper 50 Cent. Este não foi muito importante para a história, ele foi mais uma participação especial.
A fotografia do longa é bem trabalhada e consegue explorar o ambiente da prisão com inteligência. Não tiveram muitos efeitos especiais, porém os efeitos de explosão que existiram "deram pro gasto" e foram realistas. A trilha sonora é constante - está presente em praticamente todo o filme - mas não é nada marcante.
O filme é tenso e as estratégias bem pensadas maravilham pela suposta simplicidade de uma fuga da prisão. O filme não é muito violento, então não há problemas para nenhuma faixa etária e algumas sacadas até propõe um divertimento. Stallone e Schwarzenegger saindo do foco dos filmes de ação oitentistas para trabalharem num belo roteiro de fuga de prisão.


Nota: 


                                                                                                                         - Demolidor

Primeiro trailer de "Capitão América - O Soldado Invernal"

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- Bilbo

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Crítica de "O Verão da Minha Vida"

Dirigido por Nat Faxon (roteirista de "Os Descendentes"), "O Verão da Minha Vida" estreou nos cinemas no dia 25 de outubro. O filme conta o verão de Duncan (Liam James) com sua mãe (Toni Collete), seu padrasto (Steve Carell) e sua meia-irmã. Durante as férias, acaba conhecendo Susanna (AnnaSophia Robb) e Owen (Sam Rockwell). Duncan não queria passar o verão com a sua mãe e, por isso, já estava chateado desde o início da viagem. Sua relação com seu padrasto Trent era péssima. As coisas começam a mudar quando a filha de uma amiga de Trent começa a se relacionar com o menino e quando este consegue um emprego no parque aquático. O roteiro consegue construir bem o drama do protagonista e fazer o espectador identificar-se com ele. Apesar disso, é muito previsível e pouco original. A maioria dos personagens principais são bem construídos emocionalmente.
O elenco é formado de pontos altos e baixos. Liam James está bem como o protagonista. Conseguiu carregar o filme, estando presente em quase todas as cenas. Já Toni Collete, como Pam, a mãe de Duncan, possui uma atuação irregular. Steve Carell e Sam Rockwell atuam muito bem no longa, cada qual com seu personagem. Carell com Trent, o padrasto chato que maltrata o protagonista, e Rockwell com Owen, o divertido dono do parque aquático que acaba funcionando como uma figura paterna para Duncan.
A fotografia do filme não é notada. Com poucas cenas de expressão - em termos de visual -, o filme deixa escapar uma técnica que funciona bem para construir dramas. Além disso, não tem efeitos visuais - pelo menos não me recordo de nenhum.
A direção de Nat Faxon é pouco expressiva, ou seja, não deixa a marca do diretor, muito embora seja funcional. Ele usa ângulos do ponto de vista de Duncan - primeira pessoa - para ajudar na identificação do público com o personagem. Porém, a edição é fraca. Cheia de cortes fora do ritmo e cenas que poderiam ser excluídas sem a menor perda para o longa - as chamadas "gorduras" do filme.
No geral, o filme consegue entreter, principalmente um público de faixa etária entre 12 e 16 anos, que conseguirão identificar-se com o personagem. Se tivesse que definir em uma palavra a técnica do filme, usaria Identificação. Já, se tivesse que definir em uma palavra o roteiro, usaria Previsível.

Nota:






- Bilbo

3° temporada de "Sherlock" ganha data de estréia

A 3° temporada de "Sherlock", a série britânica que acompanha o detetive Sherlock Holmes (Benedict Cumberbatch) e seu parceiro John Watson (Martin Freeman), ganhou uma data de estréia para sua próxima temporada. A estréia (nos Estados Unidos) será realizada no dia 19 de Janeiro. Não se sabe ainda a data de estréia na Inglaterra, mas provavelmente será perto da dos EUA. Depois de 2 temporadas excelentes "Sherlock" está se afunilando e os fãs estão esperando ansiosamente para a continuação dessa série envolvente e surpreendente. Elementar.


                                                                                                                               - Demolidor

"Rastros de Ódio"

"Rastros de Ódio" (em inglês "The Searchers") é um filme americano do gênero western feito em 1956. A história acompanha Ethan Edwards (John Wayne) que acaba de lutar na Guerra Civil Americana e resolve voltar para a casa do irmão, no Texas. Ethan e os rangers (grupo de cavaleiros que defendiam as cidades) foram atraídos pelos índios comanches para uma zona aberta, porém não havia nenhum índio lá. Descobriu-se que os comanches foram para a casa do irmão de Ethan e mataram seu irmão, sua cunhada e seu sobrinho. Porém eles ainda tinham dúvidas sobre as meninas mais novas, sobrinhas de Ethan. O homem junto com um sobrinho bastardo chamado Martin Pawley (Jeffrey Hunter), vai atrás dos comanches para um possível resgate, mas com certeza para vingar a morte da família.
O roteiro é bem trabalhado e apresenta diversos fatos históricos da época (como a própria Guerra Civil Americana). A história de vingança foi bem criativa, mesmo este sendo um tema recorrente nos filmes western. A relação entre os protagonistas é uma crítica social, pois Ethan é um homem racista e precisa aprender a conviver com seu sobrinho bastardo (que é filho de índios). Além desses, outros personagens provocam risadas como Mose Harper (Hank Worden), um velho meio louco e que é obcecado por cadeiras de balanço.
A direção pertence a John Ford (considerado o maior diretor de faroeste) e ele consegue deixar uma história de vingança relativamente leve. Ele não foca nos massacres dos índios, mas sim nas expressões dos que assistiram aquilo. Dessa forma, John Ford foca na humanidade dos personagens, em vez de mostrar cenas violentas e desnecessárias. Além disso, deixa o filme bastante compacto, com cerca de duas horas o filme consegue começar e terminar uma história sem deixar nada por aberto.
O elenco também é ótimo. John Wayne muda um pouco de seu estilo de personagem. Acostumado a fazer mocinhos politicamente corretos, Wayne nesse filme continua fazendo um mocinho, porém racista, arrogante e desrespeitoso. Ele passa muito bem essas características e demonstra que é um ator prático (qualquer tipo de personagem ele interpreta bem). Além dele, Jeffrey Hunter também passa a imagem de um garoto inexperiente no amor e na guerra, porém que sempre amou sua família, mesmo não tendo nascido da família. Hank Worden é responsável pelos alívios cômicos e os diálogos em que ele participa são hilários. O resto do elenco não possui uma participação ativa, mas todos eles não deram vexame nos seus momentos.
A fotografia do longa é belíssima. Como de praxe nos westerns, o diretor consegue pegar num mesmo plano dois exércitos e ao fundo o visual de um deserto deslumbrante. O foco da câmera (como já falei) foi nos personagens, mas nos momentos de reunião entre muitas pessoas a câmera subitamente deixa de acompanhar determinado personagem para mostrar o ambiente inteiro. Isso é fantástico, e torna o trabalho de John Ford notável.
O filme é emocionante e reflexivo. Ele aborda temas como preconceito, amor à família e as diferenças entre dois povos que são atuais ainda hoje e merecem ser analisados. Existem momentos de risadas, mas o clima do longa é mais tenso, mas também não é nada demasiado. A tensão foi proposta duma forma ideal. Enfim, o filme é a perfeita união dos xarás John (um atuando e o outro dirigindo) que tornam "Rastros de Ódio" um dos melhores filmes de faroeste já feitos e imperdível para fãs de cinema.

                                         
                                                                                                                          - Demolidor

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Crítica de "Os Suspeitos"

Um novo suspense americano que encanta o público. "Os Suspeitos" dirigido por Denis Villenueve, começa a sua história com um sequestro de duas garotinhas. A partir de então, o longa acompanha o pai de uma delas, chamado Keller Dover (Hugh Jackman) que faz de tudo para descobrir onde sua filha está e para isso até muda seu comportamento, e o detetive Loki (Jake Gyllenhaal) que é conhecido por nunca ter perdido um caso e que precisa estabelecer as conexões para desvendar o crime.
O roteiro do longa é sensacional. Mesmo tratando-se de um filme de suspense, onde os sustos são recorrentes, o filme não perde tempo com isso e foca-se na história a ser contada. E para o filme possuir uma boa história, ele precisa de um bom roteiro. O roteiro (como já disse que é sensacional) liga os fatos de uma forma brilhante, desde um detalhe que o público pensa ser insignificante até o ponto primordial da história (que é o sequestro das meninas). O roteiro também consegue desenvolver dois personagens em seus extremos, o pai e o detetive, além de criar um ambiente em torno do sequestro e deixar o expectador curioso para o desenrolar da história (o que só viria nos 30 minutos finais).
Na direção, Villenueve acerta a mão em seu primeiro filme de expressão. As tomadas são inteligentes, lógico que alguns erros acontecem, onde a câmera seria melhor colocada se estivesse em tal posição ou em outra, contudo essas decisões não atrapalham o desenrolar dos acontecimentos.
O elenco para os protagonistas foi bem escolhido. Hugh Jackman demonstrou habilidade ao sair de uma fera animal como o Wolwerine para tornar-se um pai que faria tudo para recuperar sua filha. Ele consegue demonstrar as fraquezas psicológicas do personagem, além de conseguir demonstrar realidade em seus atos desesperados. Jake Gyllenhaal também consegue ir bem. O seu personagem (o "mocinho" da história) é aquele típico tira americano, porém Jake acrescenta ao personagem entusiasmo e também demonstra que mesmo um policial, fica nervoso no trabalho às vezes. O resto do elenco é regular, pois não são exigidas a eles muitas cenas sozinhas (praticamente no filme todo Hugh ou Jake estão presentes).
Os efeitos visuais não são reparados. Como o filme passa-se (na maior parte) em cenários pequenos, a fotografia não é bonita, tampouco reparada. Não existem efeitos especiais, tratando-se de um filme "realista". O figurino é composto por roupas "comuns", nada de excêntrico ou caricato. Para falar a verdade só fui reparar nos efeitos para fazer a crítica. Isso é uma coisa boa, pois assim demonstra que o longa não precisou de efeitos para construir uma boa experiência ao público.
O filme apresenta uma história envolvente com personagens fortes. Estes são fatores que tornam o expectador entretido do início ao fim, esperando sempre para a próxima cena e nem sentindo o tempo passar. É impossível passar o filme inteiro sem estar prestando totalmente atenção, e acontecem coisas inimagináveis (do início ao fim). Um filme imperdível! "Os Suspeitos" apresenta uma história surpreendente, com personagens cativantes e torna-se por esses fatores, um dos melhores filmes do ano.

Nota: 




                                                                                                   - Demolidor

domingo, 20 de outubro de 2013

"Batman: Arquivo de Casos Inexplicáveis"

Está nas bancas a mais nova coletânea de histórias do Batman, denominada "Batman: Arquivo de Casos Inexplicáveis", que seria o diário do próprio Cavaleiro das Trevas, relatando suas investigações mais estranhas e complicadas junto de seu fiel escudeiro Robin. Nessa lista temos vários casos desse tipo, como o Batman virando cacique, Batman descobrindo que seu pai já foi Batman e também a primeira aparição do Bat-Mirim, que com o passar do tempo aparece em mais HQs. Essa coletânea foi reunida pelo roteirista ganhador do prêmio Eisner, Grant Morrinson que excepcionalmente usou trabalhos de gênios do roteiro, como o próprio co-criador do Batman, Bill Finger e nomes clássicos como Sheldon Moldoff e Dick Sprang. A HQ em si é boa mas claro que não se compara com as de hoje em dia, que tratam o Batman de um jeito mais sombrio e tenebroso, usando as sombras como seu maior aliado. Naquela época em particular as HQs eram destinadas á simplesmente divertir, usando de cores mais vibrantes no desenho (como Batman vestir roupas em azul e cinza, não o seu atual preto) e vilões "menos malvados", diferente do caso do Coringa atual, que amedronta muitos leitores com sua insanidade e que nos dias de hoje em cada HQ Batman transmite uma mensagem profunda do seu jeito de ser e tratar de sua própria vida, tanto como Batman e Bruce Wayne, que não é apresentada nas HQs antigas. Os desenhos das histórias são precários comparados com o de hoje pois não conseguem representar bem os detalhes como os edifícios ao fundo e algumas imagens em sombra, que o personagem se torna cinza. As falas dos personagens também não são muito bem arquitetadas, porque em muitos casos durante as brigas entre Batman e os vilões os personagens tem falas relativamente longas no meio de um chute ou soco, deixando o momento um pouco confuso. Essas falhas de fato atrapalham o sucesso total das histórias, mas deve ser lembrado que elas foram feitas nos anos de 1950 e 1960 e naquela época esse tido de trama e ação mexeu com a cabeça de muita gente, tornando essa e outras coletâneas de histórias antigas algo que devem ser lembradas para sempre como feitos que mudaram a história dos quadrinhos de hoje. Essas obras tratadas na coletânea também serviram de inspiração para a aclamada e famosa história "Batman: Descanse
em Paz", que o próprio Grant Morrinson foi seu roteirista. Então se você quer conhecer algumas das aventuras mais estranhas vivida pelo herói de Gotham City, leia a coletânea e não se esqueça de se seguir o blog para mais novidades sobre o Cavaleiro das Trevas.                                                                                                  

Nota: 


                       -Vader

Crítica de "Tá Chovendo Hambúrguer 2"

Animação é um dos poucos - senão o único - gêneros que vale a pena ver dublado. Com "Tá Chovendo Hambúrguer 2" não é diferente. Embora o título em inglês seja mais criativo, "Cloudy With a Chance of Meatballs 2" (Nublado com chances de almôndegas), a dublagem do longa é excelente. No filme são usadas várias comparações e trocadilhos para falar das comidas, como "É como roubar bolo da boca de criança" e "Isso não é um piquenique", onde, mais uma vez, a dublagem acerta em cheio. A história acompanha Flint Lockwood e seus amigos numa missão para salvar sua cidade natal que fora "consumida" pela máquina inventada por Lockwood no primeiro filme. Esta não havia sido totalmente destruída e começou a gerar mais comida. Mas dessa vez, ela gera uma fusão entre comida e animal. Aqui vão alguns exemplos: Mosquitorrada (mosquitoast), flamanga (flamango) e camaranzé (shrimpanze). Mais demonstrações da ótima tradução. Eles partem nessa missão a mando do ídolo de Flint, Chester V. Existem muitas referências a outras obras, como "King Kong", "Avatar" e "Jurassic Park" (muito evidente). Muitos acharam que ia ser mais uma daquelas animações bobas - não vou mentir, sou um deles - mas acabou surpreendendo bastante gente.
O visual manteve-se parecido com o do primeiro filme (também muito bom). A principal diferença é a ilha dominada por "comidanimais". Que, mais uma vez, faz referências a outros filmes, já citados. O traço é simples e caricato, não há nada demais em termos de gráfico que deva ser destacado. A animação é totalmente em 3D, o que torna divertido ver o filme nas três dimensões - não que seja essencial, mas o espectador não vai se arrepender. Muito colorido e diferente das animações "padrão" de hoje em dia, virando algo novo e até mesmo inovador.
O diretor do primeiro filme não pôde continuar neste por questões de agenda, mas manteve-se como produtor. O diretor deste é Cody Cameron (O Bicho vai Pegar 3). Não são notadas muitas diferenças por causa da mudança do diretor, além da "grandiosidade" deste longa em relação ao anterior - o que geralmente acontece para dar um motivo para o espectador rever uma história do mesmo persongem.
Não é a melhor animação do ano, mas consegue entreter principalmente seu público alvo, sem precisar ser boba ou fácil demais. Lembra até bons filmes da Pixar. Após um 2012 com animações medíocres: "Hotel Transylvania", "Frankenweenie" e "Madagascar 3", 2013 vêm vindo bem com: "Universidade Monstros", "Dragon Ball Z - A Batalha dos Deuses" e o próprio "Tá Chovendo Hambúrguer 2". Esperamos que essa sequência de boas animações continue e que possamos voltar a uma época onde tínhamos "Os Incríveis", "Shrek 2" e "Bob Esponja - O Filme" no mesmo ano (2004).

Nota:


- Bilbo

SB-TV #12 - Breaking Bad e Kick-Ass 2


SB-TV #12.1 - 5 motivos para você ver Breaking Bad (Sem Spoilers)


SB-TV #12.2 - "Kick-Ass 2" (Sem Spoilers)

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- Bilbo

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

"Batman 16"

A nova HQ do Cavaleiro das Trevas da edição de Outubro já esta nas bancas e com o titulo de "A Vitória da Loucura" e ela vem cheia de surpresas. A historia principal continua intrigante e cheia de suspense, com coisas que mexem com sua cabeça . Com a chegada de Batman no Asilo Arkham a procura de seus aliados o plano do Coringa começa, testando as habilidades físicas e mentais de Batman, ele sempre se mostrando preparado para agir em uma situação dessa. Na primeira parte da HQ também aparecem outros personagens como Cara de Barro e o Sr. Frio. Na segunda parte começa uma história diferente da que já eramos habituados, a cidade de Gotham sofre dezenas de sequestros e Batman sai para investigar, encontrando vários desafios pelo caminho, como esse é o início de uma nova história, deixou algumas coisas sem entender, mas com certeza serão explicadas nas próximas HQs. Na terceira e última parte ela é dividida em duas histórias, a primeira mostra uma liga de assassinos formada por pessoas comuns que um dia enlouqueceram e passaram a se inspirar no Coringa e em seu modo de cometer assassinatos à sangue frio, trazendo terror a Gotham e seu cidadãos . Na segunda história mostra o Pinguim Imperador (ex funcionário do Pinguim) e seu plano de dominar Gotham, que se baseia em desestruturar as famílias criminosas da cidade ao ponto de estarem em beira de uma guerra, e culpar o Coringa por isso . A HQ em si é muito boa e deixa o leitor lendo sem parar. A história principal está excelente e deixa evidente que a loucura do Coringa está em seu ápice total, deixando Batman cada vez mais em perigo. A segunda e a terceira história são relativamente boas e tem de tudo para continuarem assim, mantendo os bons personagens e aumentando o suspense. A próxima edição 17 será o fim da história principal entre Batman e Coringa, fechando esse elo que existe entre o herói e o maior vilão de Gotham City e a luta tão esperada, que promete ser estrondosa e espetacular, no estilo do Cavaleiro das Trevas. E você o que está achando das HQs do Vigilante de Gotham ? Comente aqui em baixo e não deixe de seguir o blog para mais novidades sobre HQs.


                                                                                                                        
                                                                                                                         -Vader 


"Universo Marvel 1"

A reformulação do universo Marvel nos quadrinhos (intitulado "Nova Marvel") chegou as bancas finalmente com a revista "Universo Marvel 1". E é dela de que vamos falar. A HQ possui histórias de muitos personagens da Marvel.
 Na primeira, o Hulk Vermelho está recrutando novos integrantes para o grupo Thunderbolts. Dentre eles estão: Justiceiro, Deadpool e Elektra. Na próxima edição o grupo já deve estar reunido e prontos para o combate. A segunda história foca-se em Bruce Banner (Hulk) conversando com Maria Hill (diretora da SHIELD). Ele conta o motivo pelo qual ficou fora um tempo e sugere uma parceria com a SHIELD. Então, uma situação foge do controle dos agentes e o Hulk precisa mostrar o seu valor e derrotar o vilão para ganhar a confiança de Maria Hill.
A terceira é a do grupo mais antigo da Marvel: o Quarteto Fantástico! Na história, Reed Richards (o Sr. Fantástico) descobre uma doença em que a cura não existe no Universo conhecido. Ele não comunica à família e resolve fazer uma expedição pelo espaço-tempo a fim de encontrar uma possível cura. Nessa expedição estaria presente o Quarteto Fantástico e a família dos respectivos membros. Richards, porém fica um pouco receoso de que eles não voltassem, então convocou um grupo para ajudá-los em sua ausência. Os convocados foram: Mulher-Hulk, Homem-Formiga e Medusa.
A 4° história é a do herói intergaláctico Nova. Depois de seu pai sair do grupo dos Novas para voltar à Terra e cuidar de sua mãe e irmã, Alexander, desde então, tenta regularizar o emprego de seu pai, fazendo o serviço dele só para o pai não ser demitido. Porém, chega um momento em que ele não aguente mais essa situação e, num momento de raiva, ele cai do skate e bate a cabeça. Ele acorda então num hospital e recebe visitas peculiares.
A quinta - e última - parte conta a história dos Guardiões da Galáxia. Mais precisamente de Peter, um dos líderes do grupo intergaláctico. A história conta o que levou Peter a se juntar ao grupo e apenas no final todos os integrantes aparecem (dentre eles Tony Stark - o Homem de Ferro).
Toda a HQ possui um bom início. Porém acho que a melhor história foi a do Quarteto Fantástico, grupo que havia perdido seu espaço nas bancas brasileiras. A história dos Guardiões da Galáxia também foi ótima e espero ansiosamente pelas próximas edições para ver o grupo em ação (o grupo terá um filme no ano que vem, para quem não os conhecem, essa é uma ótima oportunidade).
 O roteiro de todas as histórias foi bem escrito (tratando-se de um início para os personagens). As ilustrações também ficaram caprichadas e superaram as edições anteriores de outras publicações da Marvel. Uma HQ que pede uma continuação em todas as sua histórias e que começa bem a Nova Marvel com boas tramas e bons personagens.

                                                                                                                     - Demolidor

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

"Grudge Match" ganha novo trailer

O filme "Grudge Match", uma comédia de boxe, ganhou um novo trailer. O filme terá no elenco os principais atores de filmes esportistas: Sylvester Stallone e Robert de Niro. A trama passa-se anos depois da aposentadoria dos lutadores, quando eles decidem fazer uma luta final. O filme tem tudo para ser ótimo, afinal "Rocky" e "Touro Indomável" são os melhores filmes de boxe do cinema. A estréia prevista para os cinemas brasileiros é para o dia 10 de Janeiro de 2014.

                                                                                                                                      - Demolidor

"Better Call Saul" terá participações de Bryan Cranston e Aaron Paul

Depois do sucesso que foi a série "Breaking Bad", o roteirista Vince Gilligan resolveu fazer uma série derivada. A série acompanhará o advogado Saul Goodman (Bob Odenkirk) e suas malandragens no ramo da advocacia. A série será um prelúdio de "Breaking Bad", porém irá contar com participações especias como a de Bryan Cranston (Walter White) e Aaron Paul (Jesse Pinkman). Outros personagens de "Breaking Bad" também deverão estar presentes em "Better Call Saul". Sabe-se que os episódios da nova série terão 1 hora de duração cada, porém as filmagens ainda não começaram e não se tem uma previsão concreta sobre o início. E você o que espera da nova série do advogado do Heisenberg? Comente aqui embaixo e não deixe de seguir o blog para mais novidades sobre essas série.

                                                                                                                              - Demolidor

"Onde Começa o Inferno"

"Onde começa o Inferno" (em inglês "Rio Bravo") é um filme americano do gênero western de 1959. O filme conta a história de um xerife (John Wayne), que após uma briga de bar, acaba prendendo um famoso bandido chamado Joe Burdette (Claude Akins). Ele precisa esperar o delegado ir à cidade para levar o bandido, porém existe a ameça do irmão rico de Joe, Nathan Burdette, contratar pistoleiros para libertar Joe. O xerife possui a ajuda de um bêbado, chamado Dude (Dean Martin), de um velho manco chamado Stumpy (Walter Brennan) e tardiamente de um jovem chamado Colorado (Ricky Nelson). Paralelo a história principal, o longa também foca na relação amorosa de John com uma mulher chamada Feathers (Angie Dickinson), que acabara de chegar na cidade e já tocara o coração do xerife. O roteiro é muito bem encaixado. A história contada é uma resposta a outro western famoso chamado "Matar ou Morrer" (que também é um ótimo filme). Em "Matar ou Morrer", o xerife precisa fazer a mesma coisa, porém ele não possui nenhuma ajuda. O diretor Howard Hawks (diretor de "Onde Começa o Inferno") disse que o povo americano nunca deixaria um xerife sozinho daquele jeito, por isso Hawks alegou que o filme "Matar ou Morrer" é uma grande mentira. O roteiro de "Onde Começa o Inferno" foca na relação entre os personagens, na apresentação do cenário e deixa os duelos com armas para algumas cenas específicas. A direção de Howard Hawks é eficiente. No filme todo só aparecem duas cenas com "close-up". Isso mostra que Hawks teve a habilidade de contar uma história de um modo em que nada ficasse confuso mesmo sem focar a atenção em alguma expressão facial de personagens ou coisas parecidas. O elenco foi bem formado. O astro dos faroestes John Wayne mantem sua média de atuação e passa a mensagem do herói americano (na maioria de seus papéis é assim). Walter Brennan (ganhador de 3 prêmios Oscar) consegue produzir alívios cômicos e também passa a sensação de que realmente tem problema nas pernas (situação que seu personagem vive). Dean Martin e Ricky Nelson, dois cantores da época, surpreendem com atuações firmes. É claro que teria uma cena de música, e nela, eles cantaram "My Rifle, My Poney and Me", uma bonita música country. Dean Martin era um artista conhecido pelo seu trabalho no teatro, na TV, no cinema, na música e por isso ganhou dois lugares na calçada da fama de Hollywood. Ricky Nelson era um cantor ídolo adolescente (tipo o Bieber atualmente) e possuía uma grande fama no ramo da música, porém foi esse filme que o revelou para o cinema. A fotografia do filme é belíssima e os efeitos de explosão são realistas (à medida do possível). O filme é tenso, divertido, engraçado e empolgante. Ele consegue causar todas essas emoções com um roteiro compacto e com atuações certeiras. Um longa de faroeste que foca na construção dos personagens e na história e deixa os duelos de "Bang Bang" para cenas restritas. Um filme imperdível para fãs de faroeste e para aqueles que nunca viram um, é ótimo para começar.

                                                                                                                         - Demolidor

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Ty Simpkins estrelará o filme "Jurassic World"

O novo filme da franquia dos dinossauros, "Jurassic World" anunciou seu ator principal. E será o garoto Ty Simpkins (o garotinho de "Homem de Ferro 3"). Ainda não foi divulgado o personagem que o garoto interpretará, mas existem boatos de que o filme se passará no Parque dos Dinossauros atualmente. O longa tem previsão de estreia para o dia 12 de junho de 2015 então não deixe de seguir o blog para mais novidades sobre "Jurassic World".


                                                                                                                               
                                                                                                                                    - Demolidor

SB-News #3 - Blade Runner 2, estreias e muito mais!

domingo, 13 de outubro de 2013

"2001 - Uma Odisseia no Espaço"

No ano de 1968, um filme que revolucionou o cinema foi feito. Era "2001 - Uma Odisseia no Espaço". O enredo do filme consiste em 4 partes: a primeira dos ancestrais humanos, a segunda dos astronautas na Lua, a terceira da expedição à Júpiter e a quarta é a conclusão da história. Porém, nós não iremos falar da história (deixaremos isso para uma postagem posterior onde tentaremos explicar os mistérios por trás dessa obra). O roteiro é excepcional. As questões que o diretor trabalha são atuais, até mesmo para nós. Dentre essas questões está o medo do desconhecido, a humanização das máquinas, e a mais abordada em todo o filme: a evolução humana. O roteiro foi feito em quatro partes (como já mencionado antes) de uma forma inovadora. O diretor pula de uma parte para a outra em questão de uma cena. São essas opções ousadas que tornam Stanley Kubrick um diretor visionário e eficiente. Então já que tocamos nesse assunto vamos falar um pouco das escolhas que ele tomou. Como já disse, as escolhas de Kubrick foram ousadas. Naquela época ainda não havia uma ficção científica aclamada mundialmente como existem hoje (no caso de "Matrix", "Star Wars", "Star Trek", "Blade Runner" ...). O diretor tinha a responsabilidade de introduzir um gênero relativamente "novo" num mercado cultuado como é o cinema. Porém a obra de Kubrick não é reverenciada pelo fato de ser uma ficção científica ou pelos efeitos visuais. A história que ele criou merece ser conhecida. O elemento mais importante de sua história é o monólito (aquele objeto preto que parece uma porta em que os ancestrais humanos e os homens na Lua encontram). O monólito é um objeto extra-terrestre que serve de portal para uma outra galáxia (na certa mais evoluída que a nossa). Ele consegue criar um mito por trás desse elemento, causando perguntas ao expectador como "Existem seres de outro planeta?" e "Se existem, será que estão nos observando?". Para um público que ainda não tinha visto uma coisa dessas nas telonas, o diretor mostrou essas perguntas e elaborou um arco de histórias que questiona até mesmo a relação entre os humanos e o avanço da tecnologia. Ele foi tão brilhante, que na maior parte do filme não há diálogos. E os diálogos que existem são totalmente dispensáveis.O roteiro merece ser aplaudido de pé. Porém é impossível explicá-lo. Cada um tem que ter sua própria emoção e interpretação. Numa postagem posterior compartilharei minha emoção e interpretação do arco desenvolvido por Kubrick e a relação de cada cena (como também já citei antes que farei). Os efeitos visuais do filme são melhores até que muitos filmes atuais (ganhou até um Oscar pelos efeitos). A fotografia usada no espaço é inteligente, pois consegue pegar a Terra, a Lua e o Sol no mesmo plano, já no início do filme. O figurino poderia ser mais caprichado (mas também quem ligava para o figurino na época?). A trilha sonora é marcante. Até hoje ouvimos a trilha emocionante do momento de triunfo do homem com reverenciamento. O filme não é aquele que você assiste com o "cérebro desligado". Ele requere um pouco mais de atenção. Mas para quem entende o quão fundo "2001 - Uma Odisseia no Espaço" quer chegar, o filme é interessante e dá vontade de vê-lo novamente. O longa (considerado por muitos como melhor filme da história) é indispensável para fãs de ficção científica e principalmente fãs de filmes inteligentes que não precisam deixar tudo explicadinho para o expectador. Espero que Kubrick (onde quer que esteja) saiba que seu trabalho é reconhecido pelo blog Skybaggins como uma das melhores obras do cinema.

                                                                                                                          - Demolidor

Primeiro trailer de "Hercules - The Legend Begin"

O novo filme do filho de Zeus ganhou seu primeiro trailer. O filme se baseará na relação entre o semideus com a princesa de Cetra. Após ser traído pelo rei, Hércules é feito de escravo. Agora, ele precisa lutar para retomar sua liberdade. O papel principal é de Kellan Lutz e a direção é de Renny Harlin. O inusitado desse filme é que ele será lançado no mesmo ano de que outro filme do Hércules (adaptação de uma HQ com o The Rock no papel principal). Com certeza os dois disputarão espaço no cinema pelos fãs que anseiam para um bom filme do semideus (coisa que não acontece desde a época de Schwarzenegger). Esperamos que os dois sejam bons para que obtenhamos duas franquias do herói. O longa "Hercules - The Legend Begin" tem previsão de estreia nos cinemas brasileiros para março de 2014 e o outro estrelado pelo The Rock estreará em julho. Então não deixe de seguir o blog para mais novidades sobre o mundo de Hércules no cinema.

                                                                                                                               - Demolidor

"Os Mercenários 2"

No ano passado, a continuação da franquia "Os Mercenários" entrava no cinema. A franquia, proposta por Sylvester Stallone, visava juntar os "veteranos" do cinema de ação hollywoodiano em um filme só (como uma forma de diversão). Foi esse jeito despretensioso que deixou a franquia com muitos fãs e com bons filmes. Porém  estamos aqui para falar do segundo. Na história, Church (Bruce Willis) contrata o grupo de Barney Ross (Stallone) para recuperar um cofre de um avião caído. O grupo chega no local, porém já havia um grupo de "vilões" que pegaram o cofre e ainda mataram um dos mercenários. Barney então vai atrás desses "vilões" para vingar a morte de seu companheiro e recuperar o cofre roubado. O roteiro do filme é muito bem bolado, misturando fatos históricos como a Guerra Fria e fatos fictícios. A relação entre os personagens é bem trabalhada e os diálogos rápidos e com piadas "pesadas" demonstram uma possível realidade dum grupo de Mercenários. A direção do filme consegue pegar bons ângulos de câmera nas cenas de ação, porém não é muito notada. O diretor colocou a trilha sonora nos momentos certos de triunfo e consegue fazer com que o expectador realmente se empolgue com o longa. O elenco é perfeito. Para os fãs de ação oitentista, grande parte dos atores presentes naqueles filmes estão em "Os Mercenários 2". Dentre eles podemos citar Sylvester Stallone (Rocky), Bruce Willis (Duro de Matar), Arnold Schwarzenegger (Exterminador do Futuro), Terry Crews (o pai do Chris em "Todo Mundo Odeia o Chris") e a participação especial do ilustríssimo Chuck Norris (vocês já sabem quem ele é). Todos fazem os seus papéis com competência e é visível o divertimento que eles tiveram nas gravações e a satisfação que tiveram em trabalhar juntos. Talvez um ou ator secundário não teve uma boa atuação, mas como a trama principal não foi voltada para estes, isso não foi notado. Os efeitos especiais não foram muito caprichados. Com muito dinheiro gasto para a contratação do elenco, os efeitos especiais ficaram muito irreais (principalmente nas cenas de tiro). Nas cenas de explosão, os efeitos dão uma melhorada, mas nada que convença o expectador que aquilo é real. A fotografia é bem usada, principalmente nos tiroteios onde a fotografia consegue captar os ambos lados da batalha. O figurino ficou bem parecido com "Tropa de Elite" e isso foi bem usado. Todos do grupo de Stallone usavam o mesmo uniforme e isso é interessante, pois assim a franquia conseguir construir um simbolo (o símbolo da caveira), até mesmo para o marketing. O filme é empolgante e divertido. Tudo bem que as piadas não são muito engraçadas, mas o jeito que elas são contadas e a bobeira presente nos diálogos tornam-as divertidíssimas e arrancam (pelo menos) um sorriso no canto da boca. Pela ação (principalmente nos tiroteios), pelas cenas de luta, pelos relacionamentos bem construídos, pelo elenco de peso e pelas piadas boas e engraçadas "Os Mercenários" é um filme imperdível para aqueles que são fãs do estilo dos filmes de ação dos anos 80.


Nota: 


                                                                                                                - Demolidor

sábado, 12 de outubro de 2013

Crítica de "Gravidade"

Um dos filmes mais esperados do ano finalmente estreou nos cinemas! Dirigido por Alfonso Cuarón (“Harry Potter e o Prisioneiro de Askaban”), o filme conta a história de Ryan Stone (Sandra Bullock), uma astronauta que passa por muitos contratempos no espaço. O longa só tem dois personagens, Ryan e Matt (George Clooney). O roteiro, escrito por Alfonso e Jonás Cuarón consegue construir bem a situação do protagonista e evidenciar o tamanho pequeno e a fragilidade dos humanos diante da imensidão do espaço. Os dois astronautas trabalham numa base espacial mas destroços de outra estação batem em sua base, e os separam. O filme segue Ryan em sua tentativa de voltar para a Terra. Matt a auxilia durante sua jornada.
O elenco é composto por esses dois atores, literalmente. Nenhum outro rosto aparece no filme. Só de figurantes com aparições muito rápidas. Muita gente não vai ao cinema ao ver o nome dos protagonistas. O público acha que vai ser mais um filme bobo romântico. Mas eles contrariam esse pensamento com ótimas atuações.
Visualmente o filme é quase perfeito. A fotografia é realmente impressionante! O espaço, tudo preto com breves aparições do planeta Terra ao fundo. O longa é extremamente fiel à física do espaço, com um fogo com uma forma diferente, em função da falta de gravidade e a movimentação dos personagens e da câmera na tela. Os efeitos visuais são muito bem trabalhados. Dá uma sensação que o filme foi realmente filmado no espaço. Objetos flutuando e a paisagem ao fundo (quase cem por cento digital) só ajudam no realismo, que era a intenção de Cuarón. 
Nenhum outro diretor faria esse filme tão bem como Alfonso Cuarón. Tomadas com a câmera movimentando-se, como se estivesse solta no espaço e explosões sem barulho, afinal o som não se propaga no vácuo. A primeira cena do filme contém aproximadamente dez minutos e não possui nenhum corte visível. Vai desde um plano geral da Terra até um diálogo de close-ups entre os dois astronautas “sem cortes”. São esses pequenos detalhes que fazem de Cuarón o diretor perfeito para este longa.
No geral, o longa é muito emocionante e comovente. Deixa muitas questões para o público como os já citados no primeiro parágrafo. A trilha sonora é sensacional e contribui muito para a emoção do longa. Isso tudo sem falar no 3D - vale a pena ver o filme nas três dimensões. É realmente uma evolução técnica. Consegue ser fiel, inteligente e comovente ao mesmo tempo. Com certeza um dos melhores filmes do ano, o único problema é que não posso dar seis sabres de luz.

Nota: 


- Bilbo


"A Piada Mortal"

(Cuidado, esse texto pode ter spoilers da HQ "A Piada Mortal". Para você que ainda não leu e tem vontade de ler, saia dessa postagem agora.) Em 1988, um dos melhores quadrinhos do Batman saía à venda. Era "A Piada Mortal". Com o roteiro escrito pelo gênio Alan Moore ("V de Vingança", "Watchmen") e com os desenhos feitos por Brian Bolland, a HQ reconta a história do Coringa. A graphic novel mostra que o Coringa era apenas um cara normal que teve um péssimo dia e perdeu sua sanidade. Mas, falando dos dias "atuais", o Coringa tinha acabado de fugir do Asilo Arkhan quando bate na porta da casa do Comissário Gordon. Bárbara, a filha de Gordon, vai atender a porta e então o Palhaço do Crime dá um tiro nela (o que a torna paraplégica). O Coringa sequestra o Gordon e o leva para um circo abandonado, para provar que mesmo a mais sana das pessoas, se tiver um dia ruim, pode ficar louca. Ele literalmente tortura o Comissário, tirando sua roupa e mostrando fotos de Bárbara desacordada. Batman descobre do ocorrido e vai de encontro ao Coringa no circo e eles têm o confronto mais importante entre os dois na história das HQs. No final o Coringa conta uma piada e ambos riem. Porém, no quadrinho seguinte a risada do Batman para. E já no outro quadrinho a risada do Coringa também para. O que será que aconteceu? O Batman finalmente compreendeu o Coringa e chegou a conclusão de que um não é capaz de viver sem o outro? Resposta errada. Na verdade, o Batman mata o Coringa!! Isso mesmo, o herói enforca o vilão até a morte! Muitas pessoas que leram na época não compreenderam isso, porém essa é a verdade. Afinal, pensa comigo porque será que a HQ tem o título de "A Piada Mortal" se na verdade, ninguém morre? Porque o Coringa conta uma piada que resulta em sua própria morte! A sacada de Alan Moore para criar esse final foi extremamente brilhante e os desenhos encorporam bem os personagens e a situação. As onomatopeias presentes nos últimos quadrinhos que fazem a diferença para a comprovação da morte do Coringa. Essa é uma história importantíssima para o personagem Coringa, pois ela redefine seu passado e dá a ele uma das melhores HQs da história. Essa também é a HQ que torna o Coringa o vilão mais querido e famoso do mundo e consolida Alan Moore como o mestre dos quadrinhos. Muito dessa HQ foi usado no filme "Batman - O Cavaleiro das Trevas" de Cristopher Nolan. A história tem apenas 46 páginas e a leitura é muito rápida, porém o dinheiro gasto vale a pena para fãs do Coringa e principalmente fãs de HQs. "A Piada Mortal" é, por todos esses fatores, um quadrinho imperdível.

Nota: 


                                                         
                                                                                                                         - Demolidor

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Crítica de "É o Fim"

“É o Fim” é uma comedia muito divertida dirigida por Evan Goldberg e Seth Rogen, o roteiro realmente é bom, e em nenhum momento do filme o espectador se entedia. Em todo o filme ele fica ligado no que está rolando. A historia do filme é basicamente: Jay Baruchel viaja pra Los Angeles para encontrar seu amigo Seth Rogen, os dois vão para a festa de inauguração da nova casa de James Franco, Jay estava esperando uma ótima festa mas ele acaba ficando de saco cheio de lá. De repente começa o apocalipse e James Franco, Jonah Hill, Seth Rogen, Jay Baruchel e Craig Robinson ficam na casa e tem que se virar para sobreviver lá.
O elenco é composto por James Franco, Jonah Hill, Seth Rogen, Jay Baruchel, Danny McBride, Craig Robinson, Michael Cera, Emma Watson entre outros e nenhum deles faz uma má atuação. Todos estão bem em seus papeis. Uma coisa bem legal é que todos os atores interpretam eles mesmos e de uma forma meio caricata que leva mais humor ao filme. A direção do filme não é aquela ruim que chega a incomodar quando você esta assistindo é um trabalho bem feito por Evan Goldberg e Seth Rogen.

Os efeitos visuais são bem legais, o visual da cidade toda destruída é muito bem feito, tanto quanto a fotografia. Os efeitos especiais não são perfeitos mas são realistas, e, mesmo assim, o filme não consiste apenas em efeitos especiais o tempo todo. A parte do figurino é bem feita porque cria uma sensação de que os atores são eles mesmos com roupas causais e de festa pois é basicamente onde eles ficam, e não tem aquela estranheza “que cousa estranha ninguém usa essa roupa”.
A diversão que o filme trás é muito alta a cada cena ele provoca mais risadas. As piadas são bem encaixadas e algumas fazem referências aos atores que estão no filme, por exemplo da Hermione de Harry Potter por causa da Emma Watson que atua no filme. Se você quiser rir bastante recomendo muito para todo mundo o filme. É melhor ver antes que o mundo acabe.

Nota: 


- Stark

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Crítica de ''A Maldição de Chucky''

O mais novo filme do nosso adoro boneco Chucky foi lançado em 8 de outubro nos EUA, diretamente em ''Home-Vídeo''. O filme começa com a chegada de um misterioso caixote na casa de Nica (Fiona Dourif), uma cadeirante que não trabalha, não estuda e ainda mora com a mãe. Ela abre o caixote e vê um boneco bonitinho muito popular nos anos 80 e acha aquilo muito esquisito, como as duas não tinham encomendado o boneco e não iriam usá-lo para nada, sua mãe resolve jogá-lo fora. A cena muda para de noite, Nica escuta um grito e vai olhar o que aconteceu, ela vai até a sala e vê sua mãe morta. A história se desenvolve a partir da chegada de sua irmã Sarah (Chantal Quesnelle) que leva seu marido Ian (Brennan Elliott), sua filha pequena Alice (Summer Howell) e a babá de sua filha Jill (Maitland McConnell). Alice vê Chucky (dublado pelo Brad Dourif) e faz dele seu ''amigo até o fim.'' O filme dirigido e escrito por Don Mancini foi mudado para o gênero horror, ao invés dos que eram os outros que eram comédia-horror. O filme teve a data marcada para 2010 e foi remarcado para 3 anos depois, em 2013. O filme era planejado como um remake de algum outro, mas depois falaram que seria uma sequência da série, o que alegrou muitos fãs e pode ter sido a causa do atraso na entrega. O filme tem bons diálogos que mostram bem os problemas familiares e de Sarah e seu marido. Alice tem poucos diálogos em todo o filme e em quase todos fala sobre o Chucky o que mostra que realmente ela estava vidrada em seu novo brinquedo o que sempre acontece as crianças. O filme tem uma história parecida com as dos outros, Chucky assombra, assusta e mata. O filme tem algumas cenas muito falsas, mas em cenas que é para dar terror e sustos foi muito bem gravado. Os personagens vestem roupas do cotidiano e aparecem cenas levemente apimentadas em que a jovem e bonita Jill está só de calcinha e sutiã. O filme não proporciona muito medo, é sempre muito susto, boneco desaparece ali, aparece aqui, grito aqui, isso deixa o filme de certa forma apelativo, pois você acha que vai ter uma cena aterrorizante ali e não é nada, só o Chucky parado misteriosamente. O filme tem alguns erros de continuidade, em uma cena Chucky só tem a parte de cima de dentes, na outra tem em cima e em baixo e depois só tem em cima de novo. O Chucky assusta mais pela sua voz que pelos seus atos, nesse filme quando mostra um bonequinho pequeninho correndo para cima de uma pessoa, fica bem esquisito, pois mesmo você sabendo que o Chucky é um boneco, você imagina ele com um ar demoníaco, o que nesse filme falta. Os atores não demonstram nenhuma emoção quando a mãe de Sarah e Nica morre, elas choram um pouco, mas depois já estão alegres e conversando normalmente como se a morte de sua mãe fosse uma coisa normal. O final do filme sugere uma continuidade. Não teve muito marketing esse filme, ele foi uma continuação muito pouco vista e nem pros cinemas foi. O filme é bem pior do que os outros e não ficou nem perto de ser tão famoso quanto algum outro, por isso deixa a desejar. Mas por fim o boneco assassino triunfa mais uma vez e consegue fazer um bom filme e com um roteiro espetacular, digno do Chucky.
Nota: 


-Mason

SB-TV #11 - Agents of Shield e #me inspira


SB-TV #11.1 - Agents of Shield


SB-TV #11.2 - # me inspira


(os links vão te redirecionar para os vídeos no YouTube)

- Bilbo


Crítica de "Breaking Bad"

Não tem como descrever "Breaking Bad". Mas iremos tentar falar um pouco dessa série que comoveu o mundo inteiro (até mesmo comoveu o Skybaggins pois fez com que a gente começasse a fazer críticas de séries). Fique tranquilo, não tem spoilers. Então vamos ao que interessa. "Breaking Bad" conta a história de Walter White (Bryan Cranston), um professor de química que descobre estar com câncer no pulmão. Ele possui uma mulher chamada Skyler White (Anna Gunn) que não trabalha e um filho paralítico chamado Walter Junior (RJ Mitte). Walter, após receber o diagnóstico do câncer resolve produzir metanfetamina, uma droga muito difícil de se fazer e que requere muita química para ficar "pura". Ele procura então um ex-aluno seu que é drogado chamado Jesse Pinkman (Aaron Paul) para produzir junto com ele essa droga e arrecadar dinheiro para deixar para sua família quando o câncer tomar totalmente conta de seu corpo. Os dois compram um trailer e começam a produzir. Porém agora ele não é mais Walter White. Agora ele é Heisenberg. No decorrer da série aparecem alguns personagens inesquecíveis como Hank Shrader (o cunhado de Walter que é um agente dos Narcóticos), Gustavo Fring (um distribuidor de metanfetamina), Mike ("o faz-tudo" de Fring), Saul Goodman (o advogado de Walter e Jesse), dentre muitos outros. O roteiro da série foi totalmente inventado por Vinge Gilligan. Vince, você é um gênio. O roteiro é espetacular, não possui nenhum furo. Tudo foi muito bem pensado desde o início da série e tudo se encaixa perfeitamente. A história que ele criou foi incrivelmente criativa e ele conseguiu criar personagens carismáticos com personalidade forte. As 5 temporadas da série estão incrivelmente conectadas, e não tem como não se apaixonar. O elenco também é impecável. Bryan Cranston (pela primeira vez em um projeto de peso) interpreta (eu falei interpreta? Desculpe, eu quis dizer VIVE) um simples professor de química que decorrente das situações, vai tornando-se um traficante assassino e sem sentimentos. Ele consegue acompanhar bem essa mudança. O próprio nome da série diz "Breaking Bad" (traduzido significa "Tornando-Se Mal" e exatamente o que acontece com Walter). Aaron Paul no papel de Pinkman também é fabuloso. O personagem dele é difícil: um drogado em que na vida dá tudo errado. Todas as pessoas que ele ama morrer ou ficam feridas. Porém ele tira isso de letra e demonstra emoção e pulso firme. Todos os outros personagens tiveram boas atuações, talvez um ou outro ator que aparece em um ou outro episódio não seja tão bom, porém isso não estraga o espetáculo. Mesmo sendo uma série focada no roteiro, os efeitos visuais não são nada maus. As explosões são bem realísticas e a fotografia é muito bem usada, principalmente no laboratório, onde é possível perceber quão grande seria um daqueles. A direção não errou em praticamente nenhuma tomada, e por isso tornou a série dinâmica e fácil de assistir. A série é bem emocionante, principalmente nos episódios finais onde a série se afunila. As trilhas sonoras usadas em todas as temporadas foram brilhantes e sempre escorria aquela pequena lágrima no canto do olho. Tudo isso não foi reconhecido só pelos fãs, mas também pela Academia do Emmy (que até deu o prêmio de Melhor Série Dramática de 2013). Enfim, "Breaking Bad" é uma das melhores séries já feitas na história da TV e com certeza a melhor que já vi. Existe aquele tipo de série que possui "altos e baixo" e existe aquele tipo que é "Breaking Bad".


Nota: 


                                                          
                                                                                                                         - Demolidor

Crítica de "As Bem-Armadas"

"As Bem-Armadas", filme estrelado por Sandra Bullock e Melissa McCarthy não passa de mais uma comédia policial "gordo e magro". A maior parte da história acontece em Boston, local onde acontece o tráfico de drogas que as policiais investigam. O roteiro apresenta muitos furos e momentos preguiçosos. É o caso, por exemplo, da formação da parceria entre Ashburn (Bullock) e Mullins (McCarthy), que é muito falso. Além disso, o principal objetivo de um filme de comédia é fazer rir, e este longa não cumpre essa função. Cheio de piadas forçadas e sem graça - não me arrancou risadas sequer uma única vez - , prova que não recebeu o menor capricho, criando assim, personagens sem profundidade e acontecimentos sem motivos plausíveis.
O elenco é o ponto "menos pior" do longa. Sandra Bullock não tem a menor profundidade em sua atuação. Mas o contrário também seria quase impossível, afinal de contas, o desempenho de um ator depende bastante de seu personagem. A atuação de Melissa McCarthy não é muito diferente. Ela faz o possível com seu papel.
Visualmente, o longa não tem nada demais. A fotografia quase não foi trabalhada e os efeitos visuais são poucos mas muito toscos. O diretor limita-se a praticamente repetir o figurina das personagens durante todo o longa, tentando deixá-las caricatas. Mas falha nessa tentativa.
A direção do filme é básica. Até demais. Quase não é possível perceber uma boa opção dele. Fora isso, são notados improvisos durante o longa que deveriam ter sido cortados durante o processo de edição, afinal, como já citado antes, o roteiro é preguiçoso, e, pelo visto o diretor também.
Com muitos momentos entediantes e desnecessários para a trama, o filme acaba entrando na lista das recentes péssimas comédias americanas que apelam para personagens super caricatos que já perderam a graça. Quando se trata de um filme de comédia, a principal questão é: É engraçado ou não. E a resposta para "As Bem-Armadas" é não.

Nota: 





- Bilbo

Crítica de "Riddick 3"

Vin Diesel de volta ao papel que ele próprio admite amar fazer: Riddick. No terceiro filme da franquia, Riddick (Vin Diesel) é abandonado pelos Necromongers em um planeta desértico e cheio de criaturas vorazes e mortíferas. Ele precisa enfrentar essas criaturas para sobreviver, até que um grupo de caçadores de recompensas vai até o planeta para matar o mercenário. Riddick então precisa enfrentar esses caçadores para sair daquele planeta e voltar para o seu planeta de origem. O roteiro tenta seguir a linha do primeiro (e mais aclamado) filme da franquia: "Eclipse Mortal". Porém, este longa não chega nem aos pés dos anteriores. O roteiro é fulo, com muitos furos evidentes e com uma falta de originalidade nítida. O roteiro deixa o filme lento e entediante de assistir. A direção também peca. Em vez de acompanhar Riddick (o que seria o certo até mesmo pelo título), o diretor acompanha o grupo de caçadores de recompensa. O diretor não consegue construir nenhum personagem forte dentro daquele grupo, e ainda deixa a dúvida: por que a morte de Riddick iria beneficiá-los? Pois é, acho que ninguém que assistiu sabe responder essa pergunta. Vin Diesel demonstra esforço na interpretação do personagem, porém como o principal arco da história não foi voltado para ele precisamos analisar o resto. O grupo dos caçadores de recompensa (em sua maioria), possui atuações fracas. O único que consegue demonstrar liderança e emoção é o líder do grupo, chamado de Boss Johns, interpretado por Matt Nable. O resto tem uma atuação pífia e as relações entre os personagens são forçadas e nitidamente falsas. O ponto que salva o filme dum completo desastre é o dos efeitos visuais. Os efeitos especiais ficaram realísticos (à medida do possível), tanto nas naves espaciais até as criaturas do planeta em que o roteiro se concentra. Neste planeta, a fotografia é bem usada, consegue-se usar o ambiente desértico para criar um cenário paradisíaco e belo. A maquiagem também é bem usada, principalmente no início onde os Necromongers aparecem e até mesmo no personagem principal. A diversão que o filme proporciona não é muito notada. Pelo roteiro ruim e as atuações pífias, o longa torna-se entediante. Todos que vão ao cinema ficam esperando para a hora em que Riddick vai virar o arco da história para si, porém isso não acontece. O início dá uma esperança de um bom filme de sobrevivência, porém a partir da metade, essa esperança acaba e todos torcem para que o filme acabe logo. Uma continuação ruim para uma franquia que tem um potencial enorme. Não sei como conseguiram destruir tanto a franquia, afinal os filmes anteriores foram bons, apresentaram bons roteiros e boas atuações. Pois é Vin Diesel, acho melhor desistir desta franquia e trabalhar com a Marvel mesmo.
Nota:


                                                                                                                          - Demolidor